Como superar os desafios de produtividade na cultura do arroz?

cultura do arroz

A cultura do arroz é muito importante para a economia e para a mesa do brasileiro.  Nosso país é o maior produtor e consumidor do cereal fora da Ásia, com uma produção estimada em 12 milhões de toneladas em 2 milhões de hectares, com produtividade média de 6,2 toneladas por hectare, segundo dados da Food and Agriculture Organization of the United States  (FAOSTAT).

Com a demanda aquecida e crescente no mercado, os produtores de arroz devem buscar práticas para maximizar a produtividade e a sustentabilidade das lavouras de rizicultura. Para se ter uma ideia, o potencial produtivo do arroz pode passar de 10 toneladas, ou seja, bem mais do que a produtividade da última safra.

Neste artigo, você vai conhecer algumas boas práticas que vão te ajudar a superar os desafios de produtividade na cultura do arroz e garantir uma lavoura saudável, de qualidade e com alta rentabilidade. Acompanhe!

Boas práticas para a cultura do arroz

Os desafios de produtividade do arroz estão associados, principalmente, a problemas ambientais, clima, como erosão do solo, lixiviação de nutrientes e pesticidas. Adotar boas práticas de cultivo é fundamental para eliminar esses problemas e favorecer todo o potencial produtivo da cultura do arroz. Veja o que você pode fazer!

Escolha do cultivar e da semente

O primeiro passo para uma lavoura produtiva, independente da cultura cultivada, é o uso de sementes certificadas. Na cultura do arroz, essas sementes garantem melhor uniformidade genética, vigor e germinação, além de apresentar maior resistência contra doenças e plantas daninhas.

É possível encontrar no mercado sementes de arroz certificadas com tolerância a herbicidas do grupo imidazolinonas, que evitam a incidência de arroz vermelho, uma das principais plantas invasoras da cultura do arroz. Além disso, é importante escolher um cultivar adaptado às condições climáticas e ao ambiente de produção.

Cuidado com a semeadura

No Brasil, a semeadura geralmente é feita de maneira direta no campo de plantação, com a semente “seca” ou pré germinada. Também existe a possibilidade cultivar as sementes em berçários e transplantá-las na forma de mudas.

O sistema de plantio direto é uma boa alternativa para a semeadura do arroz. Nesse método, o revolvimento mínimo do solo facilita o pré-manejo e ajuda a reduzir os custos de implantação da lavoura em comparação com o sistema convencional.

Tipo de cultivo da lavoura

Basicamente, existem três formas de cultivar o arroz:

  • Cultivo aeróbico: mantido em solo não inundado e não saturado de água;
  • Cultivo em ambiente misto: alternado em períodos de solo saturado e não saturado; 
  • Cultivo em solo saturado (anaeróbico): solo saturado de água ao longo do ciclo com lâmina de água sobre o solo.

As duas primeiras opções são mais recomendadas para obter altas produtividades no cultivo do arroz, uma vez que a água é utilizada com mais eficiência em relação ao cultivo do arroz em solo saturado.

Manejo adequado da água

Apesar de a cultura do arroz exigir uma grande demanda de água, as boas práticas agrícolas devem priorizar a produção de mais grãos com o menor consumo de água possível.

Para o manejo adequado e eficiente da água, é preciso realizar a sistematização da área de cultivo, construir um canal de irrigação de acordo com o tamanho do talhão, tipo de solo, topografia e drenagem da área, a fim de evitar erosão nos taludes. Aqui, vale a pena contar com a ajuda de um engenheiro agrônomo habilitado.

Colheita do arroz

A colheita do arroz deve ser realizada com um índice de umidade de 18 a 23% para evitar a perda de qualidade ou quebra de grãos. Também é recomendado colher os grãos com o solo seco, a fim de reduzir o consumo de combustível e melhorar a eficiência do processo. A debulha, limpeza e secagem e armazenamento dos grãos devem ser feitas, preferencialmente, logo após a colheita.

A importância da adubação de qualidade

A exigência nutricional do arroz é determinada por vários fatores como condições climáticas, tipo de solo, cultivar plantada, produtividade esperada e práticas culturais adotadas.

Para o crescimento normal da cultura, é necessário fornecer uma série de nutrientes essenciais, como: nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre, ferro, zinco, dentre outros.

Assim, é indispensável contar com fertilizantes de qualidade que auxiliem o correto desenvolvimento das plantas e contribuam para que elas alcancem todo o seu potencial produtivo. 

A TMF fabrica fertilizantes de múltipla ação com tecnologia exclusiva, capazes de corrigir, construir e manter a fertilidade do solo em todo seu perfil, além de fornecer nutrientes específicos para alcançar altas produtividades.

Nossa missão é oferecer aos produtores insumos de qualidade para colher resultados diferentes. Para isso, nossos produtos contribuem para alcançar plantas mais resistentes, robustas, com maior volume de raízes para maior absorção de nutrientes. E o resultado só pode ser um só: maior produtividade!

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